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Madrugada
qua, 31/05/2006 - 22:53
Palco sagrado dos sonhos idealizados, impossíveis.
Subversão absoluta de regras e conceitos,
quando os olhos fecham
e os corpos nus transcendem,
mimetizam uma realidade intensa e pura.
Improvisação, contratempos, pausas...
As línguas dançam a canção da alma
Não se perguntam pelo fim.
Os corpos sem governo
brincam (juntos) de acreditar.
Enredo, distância, universos em colisão.
Tudo é um sonho...
Na luz quente do sol da tarde,
derreto os ponteiros.
Desejo a madrugada.


