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Guarda Real Açoriana
A Guarda Real dos Açores foi fundada em 1998 por S.M.R. Córdova I, com o objetivo de criar uma força interna contra as correntes simpáticas ao colonialismo. As atribuições da Guarda Real variaram durante o tempo, mas hoje ela é uma corporação que tem como único objetivo defender o monarca e a nobreza, funcionando como força policial do Poder Federalista (real), mantendo a coesão e a paz em todo o Reino Unido e nas terras sob administração da coroa.
urante a luta pela Restauração da Independência do Reino Unido dos Açores duas forças partisans tiveram papel relevante na luta criando ataques diversionistas e garantindo a segurança interna e a comunicação entre os cidadãos - a Brigada de Amazonas Brianda Pereira (nomeada em homenagem a uma heroína civil da luta dos Açores real contra a uniãoo domínio espanhol durante a União Ibérica - e a Esquadra dos Piratas Sarracenos - por ser formado pelo muçulmano do reino. Após a restauração as Unidades de Iregulares foram incorporadas à GRA.
Os Estados Gerais iniciados logo após a Restauração da Independência aprovaram emenda constitucional tornando o serviço militar compulsório para os nobres por período anual a ser ficado pelo Rei, comandante da GRA. Também incluiu a obrigatoriedade do serviço militar - em forma de treinamento na operação das ferramentas necessárias à pela cidadania - como requisito à aquisição da cidadania. Em ambos os casos ficou garantido o direito dos objetores de consciência a prestar Serviço Civil Alternativo.
A primeira tentativa de fazer cumprir os dispositivos constitucionais mencionados ocorreu durante a regência do Sh. Hilal Iskandar, onde OR modificou o caráter da GRA transformando seu caráter meramente cerimonial e honorífico em funções essenciais dos programas de tutoria e defesa interna contra spammers, bots e paples, além de manter em ordem o acesso às lsitas e ao portal, além dos esforços virtualistas de construção de instalações e prédios para o Reino. Apenas os voluntários das brigadas partisans atenderam ao chamado e com isto consagrou-se as duas companhias, justamente com o Regimento de Engenharia D. Marcelo - nomeado em homenagem ao patrono da GRA.
Com a aproximação com a história dos Açores real e com a cultura portuguesa de uma forma geral durante a luta pela Restauração da Independência - ainda mais que o tirano era admirador de Salazar e do Estado Novo - as milícias partisans adotaram a música símbolo e senha da Revolução dos Cravos e da luta anti-fascista - Grandôla Vila Morena - como canção informal para sinalizar sua ligação com o povo e a defesa da Democracia e da Constituição. (letra: Grândola vila morena Terra da fraternidade O povo é quem mais ordena Dentro de ti ó cidade Dentro de ti ó cidade O povo é quem mais ordena Terra da fraternidade Grândola vila morena Em cada esquina um amigo Em cada rosto igualdade Grândola vila morena Terra da fraternidade Terra da fraternidade Grândola vila morena Em cada rosto igualdade O povo é quem mais ordena À sombra de uma azinheira Que já não sabia a idade Jurei ter por companheira Grândola a tua vontade Grândola a tua vontade Jurei ter por companheira À sombra de uma azinheira Que já não sabia a idade Grândola Vila Morena - José afonso)
| Anexo | Tamanho |
|---|---|
| nara_leao_vila_morena.mp3 | 1.17 MB |
| 1033 Grandola, Vila Morena.mp3 | 1.17 MB |
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O único postulante à Coroa açoriana até o momento, Hilal Iskandar, defendeu uma mudança no papel da Guarda Real Açoriana, a qual deveria passar a defender a Constituição, não a figura do rei. A afirmação foi feita em discurso veemente durante a ordem do dia na Esquadra dos Piratas Sarracenos, tropa comandada por ele, e reafirmada depois em entrevistas.