D. Wagner abdica

Minha decisão foi tomada por compreender que já fiquei muito tempo neste honroso cargo, já fiz tudo o que poderia ter feito e estava em meu alcanceO Rei dos Açores, D. Wagner I, anunciou na manhã de hoje sua abdicação à Coroa Açoriana em comunicado oficial na lista Telegrapho e outors veículos de comunicação. A íntegra da carta de abdicação pode ser consultada aqui. Na mensagem ele afirma que se manterá como cidadão.

Segundo apurado junto a fontes palacianas, a decisão já vinha sendo discutida no âmbito do CCE - Conselho Consultivo de Estado - há alguns dias, protanto não são esperadas dificuldades na transição. Pela Constituição açoriana a primeira opção para sucessão é a a aclamação unânime dos cidadãos de um novo rei, o que não deve ocorrer, passando-se em seguida a linha sucessória prevista na legislação, que inclui os pares do Reino com títulos de Arquiduques e Duques. Se não houver Par do Reino que aceite a Coroa e esteja ativo serão realizada uma convocação dos Estados Gerais para eleger um novo monarca.

Reino equlibrado

Escolhido Rei ainda nos momentos tumultuados do início da luta pela Restauração da Independência dos Açores em 2009, embora por direito sucessório já devesse ter sido coroado anteriormente quando a coroa foi usurpada por cidadão estrangeiro, D. Wagner foi sempre um político, comunicador e administrador dos mais ativos do Reino Unido dos Açores. Seu reinado foi marcado por intensa atividade cívica e política, mas que não conseguiu se manter devido a falta de cidadãos ativos.

Uma das expectativas da corte é que D. Wagner aceite manter o controle da Chancelaria, há quase uma década ocupada com muita eficiência e visão por ele. O Processo sucessório deve ser guiado, nos próximos dias, pelo Marques de Aveiros, o recém nomeado Tiago Galvão, a quem cabe ser o guardião da sucessão real segundo as normas da Constituição.

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