Uma burocracia oficial no Micronacionalismo?

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Uma burocracia oficial no Micronacionalismo?

A noção de que pode ser possível criar quadros profissionais do serviço público no Micronacionalism parece ser uma daquelas idéias que tem tudo para não prosperar. A exceção de algumas chancelarias é algo quase que totalmente novo. Destaco como experiência bem sucedida de gestão profissional a conduta rigorosa com a qual a meritocracia e a formao de longo prazo foram aplicados por D. Wagner n Instituto D. Waldir que formava os diplomatas do Rein Unido dos Açores segundo um plano de carreira estrito.
A premissa do fracasso está no pouco interesse em seguir uma carreira longa quando um novato recém chegado pode ser até ministro ou a menos secretário sem ter qualquer conhecimento elementar do micronacionalismo e da história das realizações daquela pasta. As nomeações são muita mais ferramentas de recrutamento de partidos, famíĺias, grupos do que uma política efetiva. Não é de se estranhar este quadro quando mesmo o acesso a nobreza deixou de ser um processo longo para se tornar algo rápido, desvalorizando em muito o próprio conceito e chegando a um ponto no qual a distinção por pouco é não ter o título.
Avalio que há um erro nesta premissa que no melhor dos casos é capaz de produzir uma política de governo, mas jamais uma política de estado que transcenda as fronteiras mais limitadas e estreitas de interesses de curto prazo. No longo prazo, contudo, uma instituição que optasse por um período longo de maturação, estabelecendo um plano de carreira coerente e objetivo e restringindo o acesso aos cargos intermediários aos funcionários “de carreira”, ao longo de tempo suficiente para a prova do conceito teia enormes dificuldades para encontrar pessoas que aceitassem uma posição subalterna repleta de exigências quando poderia ser até ministro em outra aposta; mas atrairia as pessoas certas, aquelas que estão com uma vontade sincera de aprender o que é Micronacionalismo e colaborar com um assunto pelo qual tem real gosto na sua pasta. O processo de aprendizado, inclusive das responsabilidades inerentes a um cargo público – mesmo que micronacional – fará que no longo prazo aquela instituição se distinga das demais e passe a ser um “prêmio”ocupar uma cargo nela, da mesma forma que ela não ficará sujeita às tribulações de mudanças administrativas, inatividades às quais todos estão sujeitos e mil outras formas de solução de continuidade que são tào comuns. Da mesma forma a invés de se de reinventar a roda a cada mudança de gestão teria um processo de acúmulo de conhecimento capaz de ser um diferencial importante.
Foi este sonho vago e distante, absolutamente irreal que me motivo a definira Diretriz no. 2 do Ministério da Educação e do Desporto do Protetorado do Reino Unido dos Açores.

n/d

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