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Como definir uma política educacional micronacional?
seg, 11/05/2009 - 12:10
Como definir uma política educacional micronacional?
A dimensão e importância da formulação de uma política educacional exige que ela não seja apenas um amontoado de ideias saídas da cabeça de algum “iluminado”. Poucas outras áreas tem maior urgência de transformar-se de uma “política de governo” em uma “política de Estado” - persistente e coerente ao longo das mudanças de governo, surtos de atividade e inatividade, desaparecimentos, etc...
Este processo de mudança exige em primeiro lugar uma grande discussão com o conjunto da sociedade, porque a Uniazores não é uma instituição do governo apenas, mas do coletivo da comunidade açoriana. Em segundo lugar exige, até face de nossos lmitados recursos humanos e urgente necessidades, um foco bem claro que não disperse a atividade – nem venha a se sobrepor a outras instituições como a Universidade de Reunião e até mesmo a Madrassa – mas venha, pel contrário, a fortalecer o cotidiano açoriano e reunião.
É com esta preocupação que antes de editar qualquer norma o diretriz, antes de fazer qualquer nomeação na área da Educação ou da Universidade, desejo colher a opnião e as ideias dos açorianos sobre estas questões.
Ao mesmo tempo creio que todos que exercem a liderança tem a obrigação de dar uma direção, apontar os caminhos que julga relevantes, então não deixo de expor aqui minha visão específica sobre o assunto de forma a orientar as discussões.
Há, também, a urgência de tomar algumas decisões de forma que defino o prazo de uma semana para esta consulta pública, prazo após o qual editarei as diretrizes e demais providências.
De minha parte penso nas seguintes linhas mestras:
Prioridade absoluta para os cursos de natureza técnica e realista visando otimizar o uso das ferramentas cotidianas de comunicação – yahoogroups, blogpot, programas de email, estruturas de governo.
Prioridade secundária e de médio prazo para cursos que contribuam com a formação macro
Prioridade secundária com Altos Estudos referentes a micropatriologia na forma de seminários e similares e não de cursos.
Progressiva adoção de um regime autárquico para a Uniazores com os próprios professores, organizados segundo uma carreira meritocrática de longo prazo (catedrático, professor, lente, monitor) seja capaz de auto-gerenciar-se e assegurar que todos sejam devidamente recompensados por seus esforços.
O plano de carreira seria o seguinte, quanto às atribuições
Monitor: auxilia na aplicação dos cursos respondendo
Lente: reproduz cursos já efetuados por professores, sem autonomia para modificar os programas
Professor, liberdade para criar programas para s cursos que foi designado a fazer
Catedrático: liberdade para criar cursos
Aguardo a manifestações dos demais açorianos

